A incrível capacidade de perder tempo
A incrível capacidade de perder tempo
– Perdendo o sobrenatural.
Texto Base: Josué 10 1
ao 27.
“Algumas
pessoas Ele abraçava com mais intensidade, outras com meros cumprimentos, com
uns, os abraços eram calorosos, Ele tomava nos braços girava e dizia: estava
morrendo de saudades, ‘que bom tê-lo aqui, você conseguiu, a viagem foi longa,
mas você chegou’, ao passo que a outros, Ele dava devida meritocracia, mas sem
grandes intimidades, não com pouco orgulho, mas, só, sem intimidade.”
Ênfase minha, sobre um sonho que ouvi
alguém contar, retratando Jesus recebendo os seus filhos na entrada do céu.
O tempo parece limitado e ao mesmo
inesgotável, por mais, simples de conhecimento que um ser humano seja ou até
mesmo por mais provido de conhecimento que seja, o homem, por um sentimento
inato é levado a pensar em duas propriedade de tempo, uma resumida a esta vida,
e outra na eternidade, em todo tempo o homem será levado a pensar sobre sua
vida, não sobre sua condição de vida, não sobre suas riquezas, suas posses, mas
a vida na sua essência.
Nós temos uma incrível capacidade de
perder tempo coisas que não nos acrescentarão em nada, embora diante de toda
uma avaliação que determinada situação, coisa, circunstância pode provocar algo
desagradável, ou simplesmente não produzir nada, mas nos apegamos a ela, e
sofrermos até que tenhamos outra situação semelhante para substituí-la, e
assim, perdemos um pouco mais de tempo, somos acelerados com aquilo que deve
ser devagar e somos desacelerados com aquilo que é prioridade e urgente, de
algum modo, nós conseguimos manipular em níveis catastróficos as nossas
prioridades, conseguimos emprestar nossas energias aquilo que nos
desgasta, mas não conseguimos dar a mesma energia as coisas que são para
edificação, mas que, por ser a longo prazo, requerem doses planejadas de
energia..
Por isso, nossos relacionamentos estão
desgastados, nossos ministérios estão sem novidades, nossas pregações giram em
torno de um tema determinado, estamos tão desgastados, tão rasos, que tentar
algo novo, tentar diferente, deixar a
zona de conforto, parece ser algo distante de alcançar e, francamente a maioria
de nós está sem energia para isso, pois gastamos naquilo que não é pão (Isaias
55), e ao mesmo tempo, temos a sensação de que o que estamos tentando alcançar
está perto, um sensação de tudo o que falta é um pouco mais de insistência, o
grande problema é que Deus se tornou “algo tão fácil de alcançar” , que Ele se
tornou comum para algumas pessoas, o fato de ser acessível, de sempre estar lá,
tirou de nós a preciosidade de preservar a presença dEle em nós, e isso causa
em nós a sensação que Deus sempre está a nossa disposição (e está), mas isso é
o maior desgaste de um relacionamento, quando existe disponibilidade apenas de
uma parte do relacionamento.
Nesse primeiro momento precisamos
entender alguns fatores sobre o tempo e traduzir algumas verdades:
Perda de tempo não se dá
somente pelo fato de insistir em algo infrutífero, mas de não saber qual a hora
de parar.
“Porém, se não vos receberem, sacudi o
pó das vossas sandálias assim que sairdes daquela cidade, como testemunho
contra aquela gente”. Lucas 9.5
Isso acontece em todas as áreas de
nossas vidas, existe uma frase que é muito verdadeira e assustadora, capaz de
sacudir as pessoas que se encontram em zonas de conforto que diz: “quem sabe o que
planta, não teme a colheita”. Por isso todas as vezes que insistentemente abrimos
o celular para ver se há mensagem nova, o Facebook, para ver se há algo lá que
provocará uma sensação de melhora, buscamos nossos gurus, amigos alegres,
traçamos uma via de angustia até encontrar algo para perdermos nosso tempo, e o
sentimento sucessor a esses eventos é arrependimento, quem nunca se arrependeu
de dormir mais tarde olhando besteiras na internet sabendo que no outro dia
iria precisar acordar cedo para realizar uma tarefa que demandaria energia?
Isso acontece em geral no nosso dia-a-dia.
O problema não é falta
de tempo, mas o que fazemos com nosso tempo.
Existe aqui uma palavra contundente
que traduz em todas as suas fronteiras de amplitude a verdade evidenciada acima
e chama-se: “procrastinação”, sempre
teremos tempo, mas o uso do nosso tempo será diretamente proporcional àquilo
que nós colheremos no futuro, mas existe aqui, a procrastinação, que é deixar
por último, algo que pode ser feito logo, ou simplesmente deixar para o
último momento e assim acumular, deixando perder a qualidade de tudo.
Faço aqui a recomendação de um ótimo
vídeo sobre procrastinação: “TED – Dentro da mente de um mestre daprocrastinação” – Tim Urban.
Exemplos:
O perdão por aquela situação que eu
nunca pedi;
O almoço em família que eu não tenho
tido;
A ligação que eu não fiz;
O presente a sua esposa que você não
deu;
As coisas que você passa na cara do
seu marido que você prometeu parar de falar e não parou;
Aquela louça que eu não lavei...
Existe uma negligência presente na
nossa geração, como não tivemos um acesso tão grande ao processo de lavoura,
esquecemos que o fator tempo é algo importante, como somos pouco preocupados em
observar, nós confundimos desleixo com fé, achamos que Jesus tem o dever de nos
salvar da nossa falta de atuação no final da história, erramos por não planejar
e o culpamos se Ele não nos salvar de algo que nós mesmos criamos.
“Porquanto, qual de vós, desejando
construir uma torre, primeiro não se assenta e calcula o custo do
empreendimento, e avalia se tem os recursos necessários para edificá-la?” Lucas 14.28
Quem deixa tudo para
resolver no final, corre o risco de ser reprovado.
Há uma fase no sermão do Jonathan
Edwards, “Uma igreja pecadora nas mãos de um Deus irado”, que ele nos sugere a
pensar em uma visita ao inferno e perguntar as pessoas mais inteligentes o
porquê delas estarem lá, e a maioria delas responderia que deixou para melhorar
para quando estivessem mais próximos a sua morte ou que iriam se concertar no
ultimo minuto de vida, ele começa o sermão alertando o povo para deixar seus
caminhos escorregadios invocando assim o sentimento de quem anda com a sensação
de que deveria estar fazendo algo e não faz, está escorregando, o problema é
que chega um ponto da vida em que nós achamos que isso é equilíbrio (o fato de
andar em lugares escorregadios sem cair), que nos sobressaímos equilibrando as
coisas, as circunstâncias, o pecado, mas a verdade é que para quem está
desesperadamente tentando se manter em pé em um terreno escorregadio não está
equilibrado, pois se sofrer um pouco mais de carga, sucumbirá e beijará a lona.
Alocar esforço somente para quando a situação piorar é correr o risco de
fracassar, deixar as coisas para serem resolvidas no final é atrair para si
condenação, peso e se inserir em uma posição difícil de sair.
No fim do ano tem 13º Salário para
pagar;
Mês que vem tem a fatura do cartão de
crédito;
Se não tratar bem, não será bem
tratado;
Gentileza, gera gentileza;
Devo honrar os pais antes da morte;
O eu te amo que eu não disse, deixei
pro final, mas era tarde...
Na administração vê-se que no ciclo de
gestão há uma ferramenta que chama-se controle, que é o ato de acompanhar se o
projeto está indo em direção ao propósito, e assim avaliar se algo precisa ser
mudado. Portanto, não fazer a manutenção, o controle, é perder o fio da meada e
deixar que qualquer resultado que venha, seja adequado, quem deixa pra
resolver as coisas no final precisa se agradar do resultado que tiver
independente de sua qualidade, aqui a dura realidade é: se você não agiu para
ser melhor, acostume-se com o resultado, sendo assim, Jesus não tratará você
com mais intimidade como narrado no sonho no começo desse texto.
“Melhor é o fim das coisas do que o
princípio delas; melhor é o paciente de espírito do que o altivo de espírito.” Eclesiastes 7.8.
Josué entendeu que não poderia perder
tempo, e ora a Deus para que Deus segure o tempo, é importante destacar contra
quem Josué estava guerreando em Josué 10.
Amorreus
- descentes de Cam, que habitam nas regiões montanhosas de Canaã, que
moravam na região montanhosa nos lugares altos.
Amori, em hebraico: אמרי (pronuncia-se
`Ĕmôrîy), significa "orgulhoso", foi um dos filhos de Canaã, filho de
Cam e, posteriormente, filho de Noé. Seus descendentes, habitantes das terras
altas, ou montanheses, foram conhecidos como amoritas, mas são inúmeras vezes
referidos como amorreus. (Genesis 10.6 ao 20).
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Amori_(filho_de_Cana%C3%A3)
Há uma composição do Alessandro Vilas Boas, que descreve
a capacidade do orgulho de destruição.
Fica aqui a indicação de uma bela canção diferente
daquilo que tem sido vista por ai, inclusive, indico “One Ministry” para quem
gosta de mais profundidade em Deus.
“O
meu orgulho me tirou do jardim, Tua humildade colocou o jardim em mim. E se
eu vender tudo o que tenho, em troca do amor eu falharia, Pois o amor não se
compra, nem se merece, O amor se ganha, de graça o recebe.
Eu
quero conhecer Jesus e ser achado Nele. Yeshua! O Meu Amado é o mais belo entre
milhares e milhares.”
É
necessário lutar contra o orgulho.
O orgulho nos impede de estarmos em
lugares que permitam a capacidade de manifestação da glória de Deus, o orgulho
mina nossa capacidade de sermos dependentes de Deus e de o desejarmos de todo
nosso coração.
O
primeiro exemplo de orgulho vem da queda de Lúcifer, a raiz do orgulho, orgulho
em seu modo pejorativo, não de se sentir alegre orgulhoso com algo ou alguém,
mas de ser obstinado, duro e irredutível, de querer ser melhor, se superar tudo
e todos a todas as custas, de ter o sentimento inadequado em relação a algum comum
e querer ter sua particularidade aplaudida, querer sempre ser melhor e querer
mais destaque que todos, mesmo em situações em que o importante seja participar.
Vejamos
aqui, determinada característica de lúcifer:
“O ladrão não vem senão para roubar, matar
e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. João 10.10
Matar roubar e destruir.
Os
verbos do grego para vida são três: Bios,
Psché e Zoe.
Matar,
seria Psyché em um nível de alma,
Roubar estaria mais relacionado a Bios,
em um nível material e Zoe seria a
vida espiritual, e aqui, destruição reflete
a capacidade de não ser restaurado, logo, o orgulho é fonte de destruição.
Ao passo que Satanás é a fonte do
orgulho Jesus é a fonte da vida.
Os dois
primeiros conceitos de vida do verbo grego vão refletir mais sobre uma civil,
sobre uma comunidade civil, pois são legislados, há interpretações e leis
especificas para esses crimes, a destruição também compõe uma esfera civil, mas,
aqui ela tem um nível mais profundo, de guerra, destruir é aniquilar as
possibilidades de restauração, é humilhar e condenar quem é destruído a uma
vida de restrições e de agonia. Não se limita apenas a revidar um ataque, mas
de dizimar um inimigo.
Se
formos observar os exemplos de Hiroshima e Nagasaki, teremos aqui um belo
exemplo de tentar dizimar e aniquilar a ponto de levar alguém ao ponto zero de
construção. Mas Jesus também quer nos levar ao ponto zero, ao começo, veja
abaixo:
“Quem
tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, dar-lhe-ei a
comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus.” Apocalipse 2:7
Satanás
usa a destruição como instrumento de guerra, e nós que estamos nesta guerra,
precisamos entender as armas e a postura que Deus que tenhamos para
conquistarmos e para irmos além com intuito de estabelecer o seu Reino, e uma
dessas posturas é sermos tomados de zelo e e assim como Josué não perder tempo.
Nota
Interessante: Há um
filme de animação que se chama: “Divertidamente”, que trata das personalidades
das pessoas, e há uma composição de 5 integrantes em cada mente: Alegria,
tristeza, Raiva, Medo e Nojo (que na verdade é parte que trata do desdém, de
pouco se importar, da indiferença), e em uma esfera pessoal, esses cinco reis
descritos em Josué 10, podem ser essas 5 características que devemos controlar
em nossas vidas e colocar ao escabelo dos nossos pés.
Portanto,
vamos entender alguns pontos:
Josué após perseguir e combater os
soldados, não entende que isso é suficiente, vai buscar também os cinco reis.
Às
vezes combatemos o problema e o vencemos, mas negligenciamos a raiz do
problema, sabemos que está escondido em alguma caverna, assim como aqueles
cinco reis amorreus, mas negligenciamos, perdemos tanto tempo combatendo os
soldados, mas na hora do que realmente interessa nós negligenciamos, sabemos
que está lá, mas não queremos terminar o trabalho, aquilo uma hora virá a
incomodar e será um erro recorrente, é por isso que precisamos ser objetivos e
parar de perder tempo e além de só combater com soldadinhos, também ir avante e
quebrar a raiz do problema.
A igreja precisa um dia
parar de se preocupar somente com os problemas internos e abrir, se ampliar,
começar a trazer para si as responsabilidades espirituais locais.
Por isso existem doenças
que são Assintomáticas.
Não percebemos que ela paira sobre o
nosso organismos, não sentimos diferença, mas somos surpreendidos pela mesma,
somos acometidos de espanto, mas em algum momento nós saberemos se podemos
estar doentes, quando sabemos que em algum ponto nós fomos displicentes com
nossa saúde, seja ela física, na alma ou espiritual.
O maior problema de quando estamos
doentes e não percebemos os sintomas é nossa capacidade de infectar outras
pessoas, devido ao fato de não nos curarmos por não vermos os sintomas nos
tornamos uma ameaça às pessoas que nos cercam.
O sobrenatural de Deus
não vai acontecer em momentos comuns.
Elias, A transfiguração, Moisés...
Geralmente o sobrenatural pode
acontecer em guerras, no alto da montanha ou no cenáculo, o lugar não será tão
importante, mas a intensidade da busca e a vontade de não perder tempo será um
fator determinante para que Deus se manifeste a nós, o sobrenatural não
acontecerá sem que a situação provocada seja diferente daquilo que tem sido
realizado, e, ao mesmo tempo, o dia-a-dia, determinará se algo sobrenatural
acontecerá.
Elias orou sete vezes até que
chovesse, Jesus sempre subia ao monte para orar até que a transfiguração veio a
ocorrer, Moisés passou 40 dias no alto do monte recebendo algo de Deus.
O fluir de Deus só virá se você tempo
de oração, de jejum, antes de entrar em cena;
A igreja só conseguirá fazer a
diferença nessa geração, se não se vender, se conseguir manter os pilares de
sua fundação, sua paixão por Jesus, sua vida de oração e não deixar de ser uma
maternidade espiritual.
Josué entende que
precisa remir o tempo e vive o sobrenatural.
Josué 10.12
Josué entende que as coisas de Deus
tem uma prioridade maior em sua vida e sobre sua nação, e quando ele entende
isso, ele ora pra que Deus segure o tempo, ele entende que o momento é agora,
ele não fica feliz somente por uma conquista parcial, entende que o importante
é finalizar o processo e possuído desse sentimento Josué vive algo que só
acontece uma vez, que nem Moisés viveu, pode contemplar Deus parando o tempo.
Importante:
Quando destruímos algo em nós que nos impede de ter algo de Deus nós devemos
substituir por algo que o Senhor nos dá.
A grande dificuldade nossa é quando
Deus nos orienta a retirarmos algo de nossas vidas, do nosso caráter, mas nós
negligenciamos que é necessário, quando não substituímos por vinho novo
geralmente não experimentaremos a benevolência de Deus ao retirarmos sem
substituir por algo que Deus nos dá, é como substituir um parafuso enferrujado
por outro, não causará mudança, mas quando nos deixamos submeter a esse
processo, a diferença é como dirigir um fusca e passar a dirigir uma Ferrari.
É importante registrar este ponto,
pois quando vamos conquistar algumas áreas de nossas vidas, quando precisarmos
“chamar os reis para fora” e finalizar o processo parar de perder tempo,
algumas coisas precisarão ser deixadas para trás.
A destruição dos reis, significam que
os locais sobre os quais eles reinam se tornam nossa propriedade ou um
território conquistado, portanto existem os território a serem conquistados,
conforme o texto base desse sermão:
Jerusalém
Conquista/controle de emoções: Raiva.
Jerusalém, em hebraico Yerushaláyim, é derivada
da palavra Yir’a,
que significa temor a Deus, mais a palavra Shalem, que significa perfeição. É a
capital de Israel, (declarada, porém não é reconhecida pela comunidade
internacional). O Muro das lamentações tudo que restou do templo de Salomão –
Crucificação de Jesus.
Conquistar quem governa Jerusalém
significa dizer, voltar ao centro da vontade de Deus, significa dizer a Deus
que Ele governará a sua vida, que você voltará a ser temente o temor principia
o respeito - Provérbios 9.10.
É preciso ter temor, pois temor não
significa medo, mas respeito, significa: eu O respeito porque é importante para
mim. E no começo das nossas caminhadas somos tementes e tudo que queremos é que
Deus não se afaste de nós é uma relação de respeito, por isso conquistar
Jerusalém é deixar os caminhos escorregadios.
O rei de Jerusalém Adoni-Zedeque significa “Meu Senhor É Justiça”, diz respeito a
falta de acesso que temos a justiça, e nesse ponto o controle de nossas emoções
é a raiva, pois a injustiça produz ira, mas ira não opera a justiça de Deus.
Jerusalém
é o lugar do templo, é o lugar de lamentos, por causa da destruição do nosso
templo, é difícil de encarar, pois as lembranças serão de como eu era, e não de
como eu posso ser daqui por diante, por isso não devemos levar em consideração
o nível de destruição, mas da restauração de Deus.
Thiago 1.20
HEBROM
Conquista/controle de emoções: Alegria
Onde estão enterrados Abraão, Isaque e
Jacó
Uma das mais antigas cidades do mundo,
primeiramente chamada Quiriate-Arba, perto da qual estavam os carvalhais de
Manre (Gn 13.18 – Nm 13.22 – Js 20.7). Está situada num vale aberto, cerca de
29 km. ao sul de Jerusalém (Nm 13.22). Era a residência predileta de Abraão,
isaque e Jacó, e ali estava a sepultura da família (Gn 23 – 25.9 – 49.29 a 31). A caverna, que Abraão comprou, ainda lá
se encontra, cercada pelas paredes de uma mesquita – e o moderno nome de
Hebrom, el-Khalil (‘o amigo’), é o nome pelo qual Abraão é conhecido dos
sectários de Maomé.
Esse é o lugar em que Deus quer que
conquistemos sem perda de tempo, é o local da amizade, é o lugar onde o
entendimento de que nós fomos escolhidos por Ele e não o contrário (João
15.16), é o local e que Deus quer revelar as coisas entre amigos (João 15.15),
é um lugar de ouvir de perto, mas também de anunciar aquilo que Jesus está
fazendo.
“O que
vos digo em trevas dizei-o em luz; e o que escutais ao ouvido pregai-o sobre os
telhados.” Mateus 10:27
Quando
estamos nesse momento, nós temos prazer pela presença, nós abandonamos tudo
para estar na presença de Deus, e Deus quer que sem perda de tempo nós
conquistemos a amizade com Ele.
“Então
o SENHOR falou consigo mesmo: “Ocultarei de Abraão o que planejo realizar?”
Genesis 18.17
Deus
quer restaurar a alegria da presença.
JARMUTE - Significa: LUGARES ALTOS
Conquista/controle de emoções: NOJO INDIFERENÇA
Apatia e medo de ir além e de conquistar lugares altos.
Existe um momento de nossas vidas em que estamos bem o suficientes e não
queremos prosseguir, nossos ministérios estão estabilizados, nossa família está
bem, nossa particularidade está garantida, mas esquecemos os outros, os lugares
altos como Jarmute significa, é o fato de Deus nos colocar lá não para ser
visto mas para servir de referência, para dizer que há uma luz (Mateus 5.15), ficar
parado e não querer ir além significa que você esqueceu dos seus, que está
negligenciando sua geração.
Entenda bem, não estou falando aqui que lugares altos são
para nossa evidência, embora quem esteja lá corra o risco de voltar a ser
orgulhoso e presunçoso, estou dizendo que os lugares altos são para
manifestação da glória de Deus, o Alto da montanha, será sua forma de dizer a
sua geração, vamos habitar no monte santo do Senhor, mas só habitam os que
tem mãos limpas e um coração puro (Salmos 24.4), pois aos puros é reservado o
direito de ver a Deus (Mateus 5.8).
Deus quer tirar toda a indiferença
que sentimos pela causa dos outros, nosso de abastardo só é bom para Deus se
isso alcança outras vidas.
Esquecer os outros é esquecer também o
propósito – Podemos
lembrar do povo no deserto em Números 32 em que as tribos de Rubem e Gade
queriam parar e desistir de conquistar Canaã, mas depois de verem que estavão
abandonando os seus decidiram prosseguir e conquistar Canaã.
“Não voltaremos para nossas casas, até que os filhos de
Israel estejam de posse, cada um, da sua herança.” Números 32:18
O que falar do Jovem rico, que foi indiferente ao seu
chamado, preferindo as suas riquezas, assim é conosco chegamos a um nível bom,
e esquecemos nossos próximos, esquecemos nossa geração por mero conforto e aqui
é onde perdemos a maior parte do nosso tempo e deixamos o sobrenatural de Deus
de Lado.
LAQUIS
–
Conquista/controle de emoções: MEDO
hebraico: difícil de tomar ou tenaz - que apresenta resistência,
coesão (diz-se de substância).Que suporta
grande pressão sem partir-se (diz-se de metal ou liga).
Jafia Rei de Laquis significa
brilhando.
Deus quer que tomemos posse dessa área
de nossas vidas, Laquis significam as impossibilidades, significam os milagres
que não acontecem, as conversões dos nossos familiares, significa dizer que não
devemos perder o ânimo quando alguma coisa for mais difícil de conquistar, Deus
está dizendo que não devemos ter medo quando nos encontrarmos frente a frente
com situações avessas as nossas vontades, que quando uma promessa demorar mais
tempo para se concretizar.
Faço referências o John Bunnyan ao
escrever O Peregrino, em uma fase de sua vida o Peregrino precisou sair do
castelo do gigante usando a “chave de promessa” , o gigante desespero se
levantou, entretanto na nossa jornada para o céu isso será comum, mas devemos permanecer
firmes independente das circunstâncias.
Esse é o momento em que o próprio Deus
diz para olharmos para o seu amor, pois o verdadeiro lança fora todo medo. 1
João 4.18
O contraponto contra o medo é o amor e
a fé, a fé precisa ser algo além doo que presenciamos (Hebreus 11.1), por isso,
precisamos enfrentar nossos medos, e ter paciência para que mesmo diante de
maior resistência...
O casamento irá melhorar
Os filhos serão restaurados
A infertilidade será curada, Deus te
dará filhos
Deus vai te usar nessa geração
Eglon
Conquista/controle de emoções: Tristeza.
Conquista/controle de emoções: Tristeza.
Quer dizer, “touro jovem”, ou vitela que quer dizer
bezerro.
Eglon é o lugar onde as
coisas substituem o lugar de Deus nas nossas vidas, fala de idolatrar e
priorizar outras coisas, e coloca-las no lugar da presença de Deus, aqui é
quando Deus passa a ser complemento nas nossas vidas, é quando nos tornamos
igual ao jovem rico, que cumpre todos os mandamentos, mas não amamos a Deus com
intensidade máxima, ou seja, não cumprimos os dois primeiros mandamentos que
são a origem de todos os outros, é quando esquecemos o ponto de partida, quando
os princípios são substituídos por nossos legalismos.
Eu sou uma boa pessoa, Jesus
está aqui como complemento.
Mateus 19. 16 ao 30.
Eglon é quando substitui
avivamento por eventos, quando a estrutura é maravilhosa, mas a paixão por
Jesus é escassa, quando a atuação é menos que seu discurso.
“Quer ver a gloria de Deus
saia das 4 paredes.”
Deus abençoe!
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